Datafolha: Lula tem 38% e Flávio Bolsonaro, 33% no 1º turno

Nova pesquisa Datafolha traz Lula com 38% das intenções de voto contra 33% de Flávio Bolsonaro, reduzindo a diferença para apenas 5 pontos percentuais.

Datafolha: Lula tem 38% e Flávio Bolsonaro, 33% no 1º turno

BRASIL – Em nova pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (3), Lula lidera com 38% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, que marca 33%.

Lula oscilou de 39% para 38%, o que reduziu a distância para Flávio Bolsonaro a apenas cinco pontos, a menor margem desde o mês de maio.

O escritor Augusto Cury (Avante) aparece em terceiro lugar, com 8%. Logo atrás, estão Ronaldo Caiado (4%), Renan Santos (3%) e Romeu Zema (2%). Samara Martins, Edmilson Costa e Rui Costa Pimenta registram 1% cada.

Completando a lista, Veterinário Wilson Grassi, Clariana Barão e Hertz Dias não pontuaram, enquanto 6% votam branco ou nulo e 3% seguem indecisos.

Cenário com Pablo Marçal

O Datafolha também apresentou uma simulação com Pablo Marçal (PRTB). Nesse cenário, Lula registra 39% e Flávio Bolsonaro, 32%.

Augusto Cury aparece com 7%, seguido por Ronaldo Caiado e Renan Santos, ambos com 4%. Romeu Zema e Pablo Marçal têm 2% cada, enquanto Samara Martins registra 1%.

Segundo a fonte, Marçal está inelegível em razão de uma condenação na Justiça Eleitoral, e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda decidirá se ele poderá concorrer.

Simulações de segundo turno

Em uma eventual disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro, o Datafolha aponta 46% para o petista e 44% para o candidato do PL. Outros 9% votariam em branco, nulo ou em nenhum dos dois, e 2% estão indecisos.

Contra Ronaldo Caiado, Lula aparece com 46%, ante 41% do adversário. Na simulação com Romeu Zema, o presidente tem 48% e o candidato do Novo, 39%.

Em um segundo turno contra Renan Santos, Lula registra 47%, enquanto o candidato do Missão aparece com 38%.

Dados da pesquisa

O Datafolha ouviu 2.002 eleitores entre 1º e 3 de setembro, com margem de erro de dois pontos percentuais, sob registro no TSE BR-03669/2026, em levantamento encomendado pela Globo e pela Folha.

A pesquisa, encomendada pela Globo e pela Folha, ouviu 2.002 eleitores entre 1º e 3 de setembro. O registro no TSE é BR-03669/2026.

A pesquisa também aponta que 71% dos entrevistados estão totalmente decididos sobre o voto, enquanto 28% afirmam que ainda podem mudar de candidato.

Agressões domésticas contra mulheres crescem 28,9% em dias de futebol

Estudo mostra aumento nos casos de ameaça quando ocorrem os jogos.

Agressões domésticas contra mulheres crescem 28,9% em dias de futebol

BRASIL - Os registros de agressão decorrentes de violência doméstica contra mulheres crescem 28,9% em dias de jogos de futebol. 

É o que aponta a 2ª edição do estudo Futebol e violência contra a mulher, elaborado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e lançado nesta terça-feira (11) em evento na sede do Grupo Mulheres do Brasil, em São Paulo. 

Os resultados apontam também aumento de 27,4% nos casos de ameaça contra as mulheres em dias de jogos. Mulheres jovens, na faixa entre 15 e 29 anos, são as mais impactadas, com aumento de 44,4% em ameaças e em lesões corporais dolosas em dias de jogos.

Para a pesquisa, foi feita uma análise da relação entre registros de ocorrência e resultados de jogos da série A do Campeonato Brasileiro, Copa Libertadores da América e Copa Sul Americana em cinco capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte e Porto Alegre cobrindo o período de 2023 a 2025.

“Os dias de jogo são, hoje, fatores de risco comprovados para a violência doméstica contra mulheres. Mais do que um diagnóstico, esse conhecimento deve guiar o planejamento das forças de segurança — reforçando unidades especializadas como as Delegacias da Mulher e as patrulhas de fiscalização das Medidas Protetivas de Urgência — e engajar os clubes como aliados no enfrentamento ao problema”, avalia Juliana Brandão, coordenadora de Gênero e Raça do FBSP.

Segundo ela, os times não são apenas protagonistas do espetáculo esportivo, eles são também instituições com enorme capacidade de influenciar comportamentos e valores. 

“Em partidas de alta rivalidade, por exemplo, eles têm a oportunidade e a responsabilidade de se converterem em agentes de mudança, mobilizando seus atletas, suas torcidas e o poder de suas marcas para desvincular a paixão pelo futebol da violência contra a mulher”. 

Histórico

O FBSP ressalta que o atual estudo segue a mesma metodologia do anterior, partindo da hipótese central de que o calendário do futebol brasileiro exerce um papel de marcador temporal de risco para a violência doméstica contra mulheres. 

Em 2022, o Fórum Brasileiro de Segurança Pública divulgou o estudo Futebol e violência contra a mulher, cujos dados eram relativos ao período compreendido de 2015 a 2018. Na ocasião, as ameaças contra mulheres aumentavam 23,7% em dias de partida e as lesões corporais dolosas cresciam 20,8%. 

No novo levantamento, esses mesmos indicadores saltaram para 27,4% e 28,9%, respectivamente, o que representa uma elevação de 3,7 pontos percentuais nas ameaças e de 8,1 pontos percentuais nas lesões físicas.

Avanço da IA ameaça do jornalismo profissional no Brasil

Ferramentas que respondem às buscas sem exigir o acesso aos sites de notícias podem reduzir audiência e receita dos veículos

Avanço da IA ameaça do jornalismo profissional no Brasil

BRASÍLIA O avanço das ferramentas de Inteligência Artificial (IA) utilizadas em mecanismos de busca está mudando a forma como os brasileiros acessam informações e aumentando a preocupação com o financiamento do jornalismo profissional. Os chamados resumos gerados por IA permitem que o usuário encontre respostas sem necessariamente acessar os sites responsáveis pela produção das notícias.

A mudança ganhou força a partir de 2024, com a expansão do AI Overviews, do Google. A ferramenta apresenta respostas produzidas por inteligência artificial diretamente nos resultados das buscas, acompanhadas de links para as fontes. Com isso, veículos jornalísticos podem perder parte dos acessos que antes eram direcionados diretamente para suas páginas.

Menos acessos podem afetar receita dos veículos

A redução do tráfego representa um problema para empresas jornalísticas que dependem da audiência para gerar receita com publicidade e outras fontes de financiamento. Ao encontrar a informação diretamente no resumo produzido pela IA, o usuário pode deixar de clicar no conteúdo original.

O cenário também aumenta a preocupação com a sustentabilidade de veículos que investem em equipes de jornalistas, apuração, produção de reportagens e checagem de informações. Ao mesmo tempo em que as plataformas utilizam conteúdos produzidos pela imprensa para oferecer respostas aos usuários, os veículos podem receber menos visitas provenientes desses serviços.

Debate sobre remuneração chega ao Congresso

A discussão também está relacionada à regulamentação da Inteligência Artificial no Brasil. O Projeto de Lei 2.338/2023, que trata do marco regulatório da IA, prevê regras relacionadas aos direitos autorais e ao uso de conteúdos protegidos por sistemas de inteligência artificial. A proposta está em tramitação no Congresso Nacional.

A remuneração pelo uso de conteúdo jornalístico pelas grandes plataformas digitais também é tema de outras propostas em discussão no Legislativo. O debate envolve a necessidade de criar mecanismos que garantam sustentabilidade para a produção profissional de informação diante do poder econômico e tecnológico das chamadas Big Techs.

IA também amplia preocupação com desinformação

Além dos impactos financeiros, especialistas apontam riscos para a qualidade da informação. A mesma tecnologia que facilita o acesso a conteúdos pode produzir respostas incorretas ou reproduzir informações falsas, enquanto as plataformas enfrentam o desafio de indicar com clareza as fontes utilizadas.

Nesse cenário, o enfraquecimento financeiro do jornalismo profissional pode ocorrer justamente em um momento de maior circulação de conteúdos falsos e desinformação. A discussão sobre o uso da IA, portanto, envolve não apenas direitos autorais e modelos de negócio, mas também a preservação de uma produção jornalística baseada em apuração, responsabilidade e credibilidade.

Menopausa: dores e perda de libido não devem ser ignoradas

Especialista alerta que secura vaginal, dor durante relações e perda de desejo não devem ser consideradas consequências naturais do envelhecimento.

Menopausa: dores e perda de libido não devem ser ignoradas

BRASIL - Sintomas como secura vaginal, dor durante as relações sexuais e perda de libido não devem ser tratados como consequências naturais do envelhecimento. Segundo a ginecologista Jussimara Souza Steglich, da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), essas queixas devem ser discutidas durante as consultas e podem receber tratamento.

A especialista, que integra a Comissão Nacional Especializada em Sexologia da Febrasgo, destaca que a saúde sexual continua sendo importante após a menopausa. Para ela, a idade não deve ser usada como justificativa para deixar de investigar problemas que interferem na qualidade de vida.

Sintomas precisam ser investigados

De acordo com Jussimara, dores durante as relações podem ter diferentes causas e não estão necessariamente relacionadas apenas às alterações hormonais da menopausa. Entre as possibilidades estão doenças como endometriose, aderências e doença inflamatória pélvica.

A dor também pode provocar contração dos músculos do assoalho pélvico, o que pode aumentar o desconforto. Por esse motivo, a médica defende uma abordagem multidisciplinar para os casos de dor sexual.

Além dos tratamentos indicados para cada situação, a especialista ressalta a importância de manter hábitos saudáveis, como a prática de atividade física e uma alimentação equilibrada. O uso de hormônios também pode ser considerado, mas deve ocorrer com orientação médica.

Vergonha ainda dificulta busca por atendimento

A ginecologista afirma que muitas mulheres deixam de falar sobre a própria vida sexual por vergonha ou por acreditarem que o assunto não é adequado para essa fase da vida. Ela também chama atenção para a necessidade de os profissionais de saúde perguntarem sobre a sexualidade das pacientes, mesmo quando elas estão em idade mais avançada.

Segundo a especialista, a sexualidade não desaparece com a menopausa e pode ser afetada por diferentes fatores que precisam ser identificados e tratados.

No Brasil, cerca de 30 milhões de mulheres estão na faixa etária relacionada à menopausa. Dados nacionais citados pela médica apontam ainda que 82% apresentam sintomas que afetam a qualidade de vida.

Por isso, a recomendação é procurar atendimento médico diante de sintomas persistentes e conversar abertamente sobre as mudanças percebidas durante e após a menopausa.

Candidatos ao governo do Maranhão fazem primeiro debate das eleições de 2026

Cinco dos oito candidatos ao governo do Maranhão participaram do primeiro debate das eleições de 2026 e apresentaram propostas para o Estado.

Candidatos ao governo do Maranhão fazem primeiro debate das eleições de 2026

SÃO LUÍS – Os candidatos ao Governo do Maranhão participaram, na noite deste domingo (9), do primeiro debate eleitoral da disputa de 2026. Promovido pela Band Maranhão e correalizado pela Rádio Mais FM, o encontro teve discussões sobre educação, saúde, segurança pública, infraestrutura, impostos, assistência social, pobreza e desenvolvimento econômico.

Participaram André Luís (Missão), Felipe Camarão (PT), Orleans Brandão (MDB), Saulo Arcângeli (PSTU) e Roberto Rocha (PRTB). Convidados, Eduardo Braide (PSD) e Reginaldo Lima (PCB) faltaram ao debate. Durante o programa, não houve menção ao candidato Dimas Cassemiro (PCO).

No início do evento, a organização informou que Reginaldo havia comunicado previamente uma agenda em Imperatriz.

Sobre Braide, a emissora afirmou que a assessoria do candidato havia sinalizado inicialmente a participação, mas depois informou que ele cumpriria compromissos no interior. Em um vídeo publicado nas redes sociais nesta manhã, Braide afirmou estar percorrendo municípios do Maranhão no domingo e disse reconhecer a importância dos debates, mas confirmou presença apenas no encontro promovido pela TV Mirante.

Mediado pelo jornalista Napoleão de Castro, o debate da Band Maranhão teve uma rodada inicial de apresentações, três blocos de embates e um de encerramento. No primeiro e no terceiro, os candidatos fizeram perguntas de tema livre. No segundo, os temas foram sorteados. O quarto e último bloco foi destinado às considerações finais.

Nos confrontos, havia um minuto para a pergunta, dois minutos e 30 segundos para a resposta, um minuto para a réplica e 30 segundos para a tréplica. Os participantes também poderiam solicitar direito de resposta em caso de alegada ofensa pessoal ou moral.

Primeiro bloco

Felipe Camarão x Orleans Brandão

Camarão abriu a rodada perguntando a Orleans sobre educação. O petista comparou resultados do Ideb, criticou a aplicação dos precatórios do Fundef e citou obras do atual governo.

Orleans respondeu afirmando que os indicadores atuais avançaram, destacou tablets, alimentação escolar, transporte e reformas e prometeu colocar 50% da rede estadual em tempo integral, além de ampliar escolas cívico-militares.

Na réplica, Camarão reivindicou mais de 1.500 obras educacionais, unidades do Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (Iema), escolas de tempo integral e apontou atrasos e obras paralisadas na atual gestão.

Na tréplica, Orleans afirmou que Camarão estava priorizando ataques e voltou a defender os resultados do governo e a continuidade dos investimentos em educação.

Orleans Brandão x Roberto Rocha

Orleans perguntou a Roberto o que faria diante dos problemas do Hospital da Criança, em São Luís, após citar ações do governo estadual na regionalização da saúde.

Roberto lamentou as mortes na unidade, mas afirmou que a discussão deveria se concentrar na gestão hospitalar e nas mudanças realizadas nas equipes. Também aproveitou a resposta para defender desenvolvimento econômico e infraestrutura como formas de melhorar os indicadores sociais.

Na réplica, Orleans responsabilizou a administração municipal pelas mudanças no hospital, citou números de óbitos e criticou a ausência do candidato Eduardo Braide.

Na tréplica, Roberto insistiu que era necessário investigar a gestão da unidade e as causas dos problemas, e não apenas seus efeitos. Também criticou a ausência de Braide.

Roberto Rocha x Felipe Camarão

Roberto questionou Camarão sobre uma elevada carga de ICMS cobrada em um estado de baixa renda.

Camarão respondeu que pretende reduzir o imposto caso seja eleito e associou a proposta à educação profissional, empreendedorismo e geração de empregos para os maranhenses.

Na réplica, Roberto afirmou que Camarão integrou governos que aumentaram a tributação e defendeu mudanças estruturais na economia estadual.

Na tréplica, Camarão lembrou a antiga aliança de Roberto com o ex-governador Flávio Dino, criticou sua aproximação com o ‘bolsonarismo’ e reforçou seu alinhamento com o presidente Lula (PT), candidato à reeleição.

Saulo Arcângeli x André Luís

Saulo perguntou a André como pretende melhorar as condições de trabalho diante da informalidade e dos casos de maranhenses encontrados em situações análogas à escravidão.

André respondeu defendendo investimentos privados e criticando ONGs e órgãos ambientais que, segundo ele, impedem projetos de desenvolvimento. Citou como exemplo a criação de novo porto na região de Tauá-Mirim, se posicionando contra a criação da reserva extrativista.

Na réplica, Saulo disse que o modelo de grandes empreendimentos não distribuiu a riqueza produzida no Maranhão e defendeu obras públicas, agricultura familiar e a proteção das comunidades tradicionais.

Na tréplica, André voltou a defender a iniciativa privada, a implantação do porto e a regularização das terras de moradores da região.

André Luís x Saulo Arcângeli

André perguntou a Saulo sobre os índices de pobreza e criticou a elevada dependência do Bolsa Família, que classificou como uma política que deveria ser emergencial.

Saulo respondeu que também defende geração de trabalho, mas criticou um modelo em que grandes empresas produzem riqueza no Maranhão sem, segundo ele, distribuir os resultados entre os trabalhadores. Propôs obras, saneamento, moradia e incentivo à agricultura familiar.

Na réplica, André afirmou que empresários são responsáveis pela geração de empregos e voltou a usar o projeto portuário de Tauá-Mirim como exemplo.

Na tréplica, Saulo classificou esse modelo de desenvolvimento como ultrapassado, mencionou impactos ambientais de grandes empreendimentos e sustentou que eles geram menos empregos do que prometem.

Segundo bloco

Roberto Rocha e Orleans Brandão discutem sobre transporte

Roberto perguntou qual seria a diferença entre uma eventual gestão de Orleans e o atual governo na área de logística e infraestrutura.

Orleans citou rodovias construídas e recuperadas pelo governo Brandão, intervenções na Baixada Maranhense e parcerias com o governo federal. Também criticou a situação do transporte coletivo de São Luís.

Na réplica, Roberto afirmou que logística é essencial para aumentar a produção e reivindicou projetos rodoviários que elaborou ou articulou em sua trajetória política.

Na tréplica, Orleans voltou a destacar a parceria com Lula e citou obras de mobilidade na Grande São Luís, como a Avenida Metropolitana e a extensão da Litorânea.

Orleans Brandão e Saulo Arcângeli debatem sobre infraestrutura

Orleans citou estradas e projetos de mobilidade e perguntou a Saulo qual seria sua política para infraestrutura.

Saulo respondeu que infraestrutura também inclui escolas, hospitais e saneamento e criticou terceirizações e modelos privados na saúde e na educação.

Na réplica, Orleans destacou sua passagem pela Secretaria de Assuntos Municipalistas e afirmou ter participado de obras e ações nos 217 municípios.

Na tréplica, Saulo questionou o orçamento da antiga secretaria e criticou a estrutura administrativa criada pelo governo.

André Luís e Felipe Camarão discutem sobre economia

André perguntou a Camarão como pretende desenvolver a economia diante dos índices de pobreza do Maranhão e criticou os governos dos quais o petista participou.

Camarão apontou carga tributária e corrupção como obstáculos e defendeu redução de impostos, agricultura familiar, industrialização, turismo, cultura e sustentabilidade.

Na réplica, André citou uma CPI que investiga Camarão na Assembleia Legislativa e cobrou explicações sobre investigações envolvendo o adversário.

Na tréplica, Camarão afirmou que foi vítima de perseguição e disse que decisões do Tribunal de Justiça e do Superior Tribunal de Justiça foram favoráveis a ele.

Felipe Camarão x Roberto Rocha debatem sobre educação

Camarão perguntou a Roberto qual seria seu projeto para a educação e citou programas implantados quando comandou a Secretaria de Educação.

Roberto respondeu defendendo maior investimento em ensino superior, ciência, tecnologia e inovação. Também citou recursos destinados à Universidade Federal do Maranhão (UFMA) durante seu mandato no Senado e a proposta de uma segunda universidade federal no Estado.

Na réplica, Camarão defendeu a retomada do ‘Escola Digna’ e de programas de alfabetização e afirmou que português e matemática continuam sendo bases necessárias para a expansão tecnológica.

Na tréplica, Roberto criticou o modelo político do qual Camarão participou e fez referência à eleição para o Senado de 2022 e à substituição posterior na representação do Estado.

Saulo Arcângeli x André Luís discutem sobre segurança

Saulo perguntou a André qual seria seu projeto de segurança diante dos índices de letalidade policial no Maranhão.

André apresentou a proposta que chamou de ‘prendeu-matou’, defendeu tratamento específico para integrantes de facções e a retomada de territórios dominados pelo crime organizado.

Na réplica, Saulo classificou a proposta como repressiva e defendeu inteligência policial, prevenção, polícia comunitária, geração de emprego e políticas sociais.

Na tréplica, André manteve a defesa de uma atuação mais dura contra facções e afirmou que a política também incluiria regularização fundiária e ações voltadas às periferias.

Terceiro bloco

André Luís x Orleans Brandão

André perguntou a Orleans qual seria sua proposta de ajuste fiscal.

Orleans respondeu que o Maranhão melhorou sua situação fiscal durante o governo Brandão e citou capacidade de pagamento, novos investimentos, uma biorrefinaria em Balsas e a Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Bacabeira.

Na réplica, André afirmou que ajuste fiscal significa reduzir despesas da máquina pública e propôs cortar 25% dos cargos comissionados.

Na tréplica, Orleans disse que o Maranhão registrou superávit e voltou a defender a capacidade de investimento da atual gestão.

Saulo Arcângeli x Roberto Rocha

Saulo questionou Roberto sobre saúde e educação e também sobre sua identificação com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Roberto afirmou ter orgulho de se posicionar à direita e disse aceitar a definição de ‘bolsonarista’ quando relacionada, em sua visão, à livre iniciativa, família, segurança pública, Forças Armadas e combate à corrupção. Também defendeu a atuação federal durante a pandemia.

Na réplica, Saulo afirmou que Roberto não havia explicado seu modelo para saúde e educação e criticou privatizações, terceirizações e o ‘bolsonarismo’.

Na tréplica, Roberto disse discordar das críticas e voltou a defender Bolsonaro e os valores que associa à direita.

Orleans Brandão x Saulo Arcângeli

Orleans perguntou a Saulo sobre assistência social e destacou o programa ‘Maranhão Livre da Fome’ e a expansão dos restaurantes populares.

Saulo respondeu que programas sociais são necessários, mas criticou o orçamento e a estrutura da assistência estadual. Mencionou casas-abrigo, delegacias especializadas, trabalho infantil e atendimento a pessoas vulneráveis.

Na réplica, Orleans afirmou que o ‘Maranhão Livre da Fome’ movimenta recursos mensais, defendeu qualificação profissional e geração de emprego e citou a expansão das Casas da Mulher Maranhense.

Na tréplica, Saulo afirmou que a estrutura ainda é insuficiente, citando a quantidade de casas-abrigo e o funcionamento das delegacias especializadas.

Roberto Rocha x Felipe Camarão

Roberto perguntou por que a economia do Maranhão cresceu nas últimas décadas, mas o Estado continua apresentando elevados índices de pobreza.

Camarão atribuiu o problema principalmente à desigualdade e defendeu integração com políticas do governo Lula, além de creches, escolas integrais, educação profissional e expansão dos serviços de saúde.

Na réplica, Roberto discordou e afirmou que a principal causa está na estrutura econômica predominantemente primária e na baixa industrialização.

Na tréplica, Camarão criticou a visão do adversário e defendeu que o desenvolvimento também contemple agricultura familiar, quilombolas, indígenas, pescadores e outras comunidades tradicionais.

Felipe Camarão x André Luís

Camarão questionou André sobre saúde, segurança pública e experiência administrativa.

André respondeu apresentando o ‘Livro Amarelo’ do Partido Missão e sua candidatura como alternativa ao que chamou de ‘grupos políticos tradicionais’. Também voltou a defender a retomada de territórios controlados pelo crime.

Na réplica, Camarão citou sua experiência como ex-policial, procurador e professor de Direito, defendeu regionalização da saúde e disse que o enfrentamento ao crime deve ocorrer por meio da prisão e da Justiça.

Na tréplica, André voltou a mencionar a CPI na Assembleia e acusou Camarão de integrar o ‘sistema político’ que afirma combater.

Quarto bloco e considerações finais

O último bloco começou com um direito de resposta de Felipe Camarão. O petista afirmou ter sofrido perseguição política, disse que investigações chegaram a incluir integrantes de sua família e declarou que decisões judiciais suspenderam procedimentos contra ele.

Nas considerações finais, Roberto Rocha reforçou sua posição de oposição aos ‘grupos que administraram o Estado’ e sua identificação com a direita.

Saulo Arcângeli apresentou sua candidatura como ‘alternativa socialista’ e defendeu trabalhadores, movimentos sociais, povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais.

André Luís voltou a apresentar o Partido Missão como uma ruptura com ‘forças políticas tradicionais’ e destacou as propostas reunidas no Livro Amarelo.

Felipe Camarão defendeu a retomada de políticas do governo Flávio Dino e reforçou sua ligação com o presidente Lula.

Orleans Brandão prometeu ampliar escolas de tempo integral, hospitais, políticas de segurança, videomonitoramento e programas de combate à pobreza, defendendo a continuidade da atual gestão.

Depois das considerações finais dos candidatos, os veículos organizadores do evento encerraram o programa com um editorial dedicado às ausências no programa. Os veículos afirmaram que todos os candidatos foram convidados com antecedência e nas mesmas condições e defenderam a importância dos debates para o eleitor.

Pix amplia participação nos pagamentos em bares e restaurantes

Meio de pagamento já responde por 20,5% das vendas no setor.

Pix amplia participação nos pagamentos em bares e restaurantes

BRASÍLIA - O Pix respondeu por 20,5% das vendas presenciais em bares e restaurantes do país, segundo pesquisa da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel). Embora o cartão de crédito permaneça como principal meio de pagamento, o sistema de transferência instantânea ganhou espaço principalmente entre pequenos estabelecimentos, redes de alimentação rápida e empresas das regiões Norte e Nordeste.

O levantamento foi realizado com 2.109 pontos comerciais. Embora a pesquisa de conjuntura seja mensal, esta é apenas a segunda vez que a Abrasel inclui uma sondagem sobre meios de pagamento. Na primeira edição, em 2024, foram ouvidos 1.466 comerciantes.

Na edição de 2024, o Pix respondia por 16,5% das transações. O crescimento ocorreu principalmente à custa do dinheiro em espécie, que hoje representa apenas 8,3% das vendas presenciais. O cartão de crédito continua liderando em todas as regiões, com participação de 41,5% das vendas, seguido pelo cartão de débito, com 25,1%. O dinheiro em espécie aparece na sequência, com 8,3%, à frente do voucher, com 4,6%. O cheque, que já foi o principal meio de pagamento no país, responde por menos de 1% das transações.

Adesão ao pix por pequenas empresas

A pesquisa também mostrou que a adesão ao Pix é mais intensa entre as empresas de menor porte. Nos estabelecimentos com faturamento anual de até R$ 130 mil, o meio de pagamento responde por 30,4% das vendas de salão e balcão. Entre as empresas com faturamento de R$ 130 mil a R$ 360 mil, a participação é de 22,6%, enquanto nas que faturam entre R$ 360 mil e R$ 1 milhão o índice chega a 24%.

O avanço é mais lento entre as empresas com faturamento anual superior a R$ 1 milhão, nas quais a participação do Pix varia entre 14,9% e 17,5% das vendas.

O tipo de estabelecimento também influencia o uso do meio de pagamento. Nos estabelecimentos de alimentação rápida, o Pix já representa 24,6% das vendas. Nos restaurantes especializados, a participação chega a 21%. Em bares e casas noturnas, responde por 19,9% das transações, enquanto nos restaurantes que servem refeições completas alcança 17%.

“O cliente quer rapidez, praticidade e segurança no momento do pagamento. Ao mesmo tempo, o empresário busca soluções que reduzam custos e tragam mais previsibilidade ao fluxo de caixa. O Pix conseguiu atender a essas duas necessidades e, por isso, se tornou uma ferramenta essencial para os bares e restaurantes”, afirmou, em nota, o presidente da Abrasel, Paulo Solmucci.

Norte lidera uso do pix em estabelecimentos

O uso dos meios de pagamento também varia conforme a região do país. O Norte continua liderando o uso do Pix em bares e restaurantes, com participação média de 29,8% nas vendas de salão e balcão, acima dos 25,5% registrados no levantamento anterior da Abrasel e também superior à participação do cartão de débito, de 24,5%. O Nordeste aparece em seguida, com 24,2%, enquanto o cartão de débito responde por 23,4%.

Nas demais regiões, o Pix ocupa a terceira posição entre os meios de pagamento. No Sudeste, representa 18,1% das transações; no Centro-Oeste, 17,9%; e, no Sul, 16,5%. Ainda assim, a Abrasel considera o sistema um meio de pagamento consolidado em todo o país.

O dinheiro em espécie, por sua vez, continua perdendo espaço. Em todas as regiões, sua participação permanece abaixo de 11% das vendas. Para a Abrasel, os números evidenciam o avanço da digitalização do consumo no país.

“O Pix não é apenas uma forma de pagamento. Ele cria oportunidades para que bares e restaurantes desenvolvam programas de fidelidade, integrem pedidos digitais e ofereçam novas experiências ao consumidor, além de abrir espaço para mais eficiência, inovação e competitividade no setor”, concluiu Solmucci.

Mais de 830 mil celulares foram subtraídos em 2025, aponta relatório

Roubos recuaram 18,6%; enquanto os furtos aumentaram 0,9%.

Mais de 830 mil celulares foram subtraídos em 2025, aponta relatório

BRASÍLIA - O Brasil registrou 830.890 roubos ou furtos de celulares em 2025 – 9% menos que as 909.753 subtrações de aparelhos registradas em 2024. 

De acordo com o 20° Anuário Brasileiro de Segurança Pública, os roubos recuaram 18,6% (de 377.787 para 308.723), enquanto os furtos cresceram 0,9% (de 477.326 para 483.561).

Na maioria as vezes, o furto acontece sem que a vítima perceba imediatamente, sobretudo em locais movimentados e no transporte público. Essa modalidade já responde por 61% das ocorrências de subtração de celulares. O avanço de 0,9% em um ano, elevou a média para aproximadamente 1.325 registros por dia em 2025.

O aparelho celular é considerado o principal meio de comunicação do brasileiro – com aplicativos de bancos, pagamentos via pix, agenda de contatos, calendário de eventos e tantos outros aplicativos e funcionalidades. Por isso, quando um aparelho é furtado ou roubado, isso impacta o orçamento da vítima.

Esse impacto consta na pesquisa Expansão de Seguros Inclusivos em Comunidades Periféricas, realizada pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e pelo Instituto Locomotiva.

Roubo e furto de celulares

Entre os entrevistados, 60% disseram já ter tido o celular levado ou conviver com alguém que passou por essa situação sem conseguir comprar outro imediatamente. Ao mesmo tempo, 53% das famílias não cobrem todas as despesas básicas do mês, 36% pagam as contas sem nenhuma sobra e apenas 11% terminam o mês com algum recurso disponível.

Nesse cenário, a reposição inesperada de outro aparelho pode exigir endividamento ou o uso de recursos destinados a alimentação, transporte e moradia.

Para quem depende do telefone para receber pedidos, atender clientes, fazer pagamentos ou acessar plataformas digitais, o prejuízo inclui também dias ou semanas de renda comprometida.

O equipamento físico é apenas parte do interesse dos criminosos. Aplicativos bancários, carteiras digitais, documentos e dados pessoais podem ser usados para transferências, empréstimos, invasão de redes sociais e golpes contra contatos da vítima.

Pesquisa do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e do Datafolha, realizada em março de 2026, mostrou que 78,8% da população teme ter o celular roubado ou furtado; o receio de golpes pela internet ou pelo telefone chega a 83,2%.

A resposta, portanto, exige duas frentes: bloquear o aparelho, a linha, as contas bancárias e os acessos vinculados ao dispositivo; e lidar com o custo de reposição e a eventual interrupção das atividades que dependem dele.

Para o presidente da Comissão de Seguros Gerais Afinidades da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Sidemar Sprincigo, a ampliação do risco exige uma visão integrada.

“Quando o celular é levado, o prejuízo pode ir muito além do valor do equipamento. O seguro para celular e o seguro contra golpes bancários, conhecido como seguro Pix, oferecem camadas complementares de proteção: o primeiro pode amparar a reposição do aparelho; o segundo, prejuízos decorrentes do uso fraudulento de aplicativos bancários ou de transferências sob coação, sempre nas situações previstas na apólice”, afirma.

No seguro celular, a cobertura pode incluir roubo, furto qualificado e danos acidentais, conforme a contratação. Já o chamado seguro Pix pode prever transferências sob coação, como em situações de ameaça, roubo ou sequestro, além de modalidades específicas de fraude eletrônica. A proteção não é automática para todo tipo de golpe ou transferência voluntária: eventos cobertos, limites e exclusões variam entre as apólices.

Cuidados com o celular

Antes de contratar, o consumidor deve comparar prêmio, franquia, critérios de indenização, eventual depreciação do aparelho, documentos exigidos e exclusões.

Furto simples e furto qualificado, por exemplo, podem receber tratamentos diferentes. Também é importante considerar o valor e o tempo de uso do celular e se ele é indispensável ao trabalho ou ao estudo.

O seguro não impede o crime nem substitui os cuidados de segurança digital, mas pode reduzir o impacto de uma perda repentina e evitar que o consumidor tenha de absorver sozinho um prejuízo capaz de desorganizar o orçamento familiar.

Petrobras tem lucro líquido de R$ 52,4 bi no segundo trimestre

Resultado foi marcado por recorde de produção e exportação.

Petrobras tem lucro líquido de R$ 52,4 bi no segundo trimestre

BRASÍLIA - A Petrobras teve lucro líquido de R$ 52,4 bilhões (US$ 10,4 bilhões) no segundo trimestre de 2026, 97% a mais em comparação ao mesmo período de 2025. Esse é um dos maiores resultados trimestrais da série histórica.

Segundo a empresa, o resultado foi marcado por recordes na produção de óleo, que atingiu 2,7 milhões de barris por dia; ao fator de utilização do parque de refino de 101%; e crescimento das exportações, que chegaram a quase um milhão de barris por dia.

A elevada utilização do parque de refino levou a produção de 509 mil barris de petróleo por dia de diesel S10 e 109 mil de querosene de aviação.

Já a produção de derivados atingiu 1,9 milhão de barris por dia, que representa um crescimento de 5,6% comparada ao primeiro trimestre de 2026.

Com o aumento da produção de derivados, houve redução das importações em 40% em relação ao trimestre anterior.

“Os recordes operacionais que alcançamos neste segundo trimestre nos levaram a um dos maiores resultados financeiros trimestrais da série histórica da Petrobras. O aumento do volume de produção de óleo e de derivados, combinado ao Brent mais alto, fortaleceu nossa geração de caixa”, avaliou o diretor Financeiro e de Relacionamento com Investidores, Fernando Melgarejo

Investimentos

Foram investidos R$ 26,7 bilhões (US$ 5,3 bilhões) no segundo trimestre de 2026. Deste valor, 82% foram destinados para o segmento de exploração e produção.

Neste trimestre, destacam-se os investimentos na construção das unidades P-80, P-82 e P-83, com entrada em operação prevista para 2027.

STF inicia julgamento sobre validade da Lei das Contravenções Penais

Norma está vigente no país desde 1941.

STF inicia julgamento sobre validade da Lei das Contravenções Penais

BRASÍLIA - O Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar nesta quarta-feira (5) a constitucionalidade da Lei das Contravenções Penais, que está vigente no país desde 1941, quando foi assinada pelo então presidente da República, Getúlio Vargas.

O caso chegou ao Supremo por meio de um recurso do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) contra decisão da Justiça estadual.  A instância inferior considerou que a lei não foi recepcionada pela Constituição de 1988.

Na sessão desta quarta, o plenário ouviu as sustentações orais das partes envolvidas no processo e a primeira parte do voto do relator, o ministro Luiz Fux. O julgamento será retomado nesta quinta-feira (6). 

Julgamento 

O caso concreto trata de um homem condenado por possuir três máquinas caça-níqueis em seu estabelecimento comercial.

O principal ponto em discussão está no Artigo 50 da lei. O dispositivo definiu como contravenção penal a exploração de jogos de azar em local público, como caça-níqueis. 

A norma também prevê multa de R$ 2 mil e R$ 200 mil para quem participa do jogo na condição de apostador. 

No início de seu voto, Luiz Fux disse que o caso trata da preservação do equilíbrio entre os direitos do cidadão e a aplicação do direito penal.

"Não estamos tratando de apostadores. A relevância da questão é sobre a eficácia da recepção ou não em relação à tipicidade da exploração ou não de jogos de azar",  afirmou. 

Durante o julgamento, a procuradora do MPRS Flávia Raphael Mallmann disse que há interesse público no combate à exploração dos jogos de azar. A procuradora também destacou os efeitos nocivos dos jogos, como o superendividamento e o vício em apostas.

"Os argumentos apresentados pelo Ministério Público revelam-se ainda mais consistentes diante da evolução do conhecimento científico acerca dos impactos sociais, econômicos e sanitários decorrentes da exploração indiscriminada dos jogos de azar". 

Em seguida, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, também defendeu a aplicação de lei e disse que a punição pela exploração de jogos ilegais de azar deve ser mantida após a criação das normas que autorizaram o funcionamento das apostas-on-line (bets).

"Esse artigo é importante para coibir atividades que não são autorizadas", completou.